- Em junho de 2008, Oxfam Internacional (OI) lançou um estudo global intitulado “Uma outra verdade inconveniente: como as políticas de biocombustíveis estão aprofundado a pobreza e acelerando a mudança climática” O objetivo principal desse documento foi o de contribuir para o debate público sobre as implicações de uma série de medidas que vêm sendo implementadas pelos governos de países ricos, especialmente os dos Estados Unidos e da União Européia, em favor da produção de combustíveis de origem agrícola. Mais»
Entre os dias 17 e 21de novembro de 2008, em São Paulo, acontece a primeira Conferência Internacional sobre Biocombustíveis, organizada pelo governo brasileiro. Paralelamente, a sociedade civil organiza o "Seminário internacional - Agrocombustíveis como obstáculo à construção da soberania alimentar e energética" que, além de contar com especialistas internacionais no assunto. Mais»
Agrocombustíveis, gênero, meio ambiente e inclusão social. Essa equação é viável? – A inclusão social era um dos objetivos principais do programa brasileiro de biodiesel, criado em 2005. Inicialmente, falava-se em 200 mil agricultores familiares participando do programa. Depois, essa meta baixou para 100 mil. E agora estima-se em cerca de 20% menos. Além disso, a idéia de que a produção nacional de biocombustível fosse variada, abrangendo culturas de oleaginosas como mamona, pinhão-manso, girassol, etc, também não se concluiu e, hoje, a soja reina praticamente sozinha.
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- A economia mundial vem apresentando forte tendência de crescimento dos países em desenvolvimento e um dos carros-chefe desse movimento é a grande expansão do mercado de carnes. Em relação à carne bovina, o Brasil é um país-chave para o abastecimento internacional. No entanto, como se sabe, a produção pecuária tem altos custos e impactos sócio-econômicos e ambientais e que são sentidos de maneira diferenciada pelos diversos biomas que abrigam a produção de gado no país. Mais»
Um dos assuntos que mais levantaram curiosidade durante o FSM em Belém foi o de REDD (Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação). Na verdade, não só REDD, mas toda a discussão sobre mecanismos de desenvolvimento limpo, os chamados MDLs, que ganham cada dia mais força e sempre são apresentados como a “salvação da lavoura” em tempos de mudanças climáticas. Consciente da importância do assunto, este foi também o foco de uma das atividades promovidas pelo escritório Brasil da Fundação Heinrich Böll.
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Fórum Social Mundial – Confira as atividades da Fundação Heinrich Boll no Fórum Social Mundial, que este ano ocorre em Belém do Pará, na amazônia brasileira. Os debates vão abordar temas como biopolítica, propriedade intelectual, bens comuns, energia nuclear e REDD (Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação).
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O INESC, parceiro da Fundação Heinrich Böll no Brasil lançou, nos dois últimos anos, três publicações que abordam os temas da energia, da integração regional e dos megaprojetos de infraestrutura. Elas podem ser acessadas aqui.
A Integração energética sul-americana subsídios para uma agenda socioambiental »
Integração, usinas hidroelétricas e impactos socioambientais »
Financiamento e megaprojectos. Uma interpretação da dinâmica regional sul-americana »
- Seminário internacional reúne representantes de populações prejudicadas por diferentes obras e atividades econômicas: Durante dois dias, representantes de grupos populacionais afetados por empresas, obras e projetos desenvolvimentistas reuniram-se na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), para apresentarem as suas experiências e identificarem pontos comuns de luta. O evento, chamado de Seminário Internacional dos Atingidos, contou com mais de cento e vinte participantes, representando 46 organizações não-governamentais e movimentos sociais, vindos de dezoito Estados brasileiros, Argentina, Bolívia, Colômbia e El Salvador, além de observadores da Alemanha, Espanha e Itália.
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