As transformaões do sistema de patentes: Da Convenção de Paris ao Acordo Trips - A posição brasileira
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Apresentado em junho de 2005 em Berlin, em seminário internacional, o trabalho foi traduzido para o inglês, publicado em alemão e só agora é publicado na língua portuguesa, em que fora escrito.
Nos cem anos em que o sistema de patentes se disseminou pelo mundo, os poucos princípios obrigatórios da Convenção de Paris se irradiaram, estimulando o uso da propriedade intelectual. Ao deixar margem para que cada país encontrasse seus melhores critérios de aplicação, voltados para suas políticas econômicas e dentro de suas condições de desenvolvimento, a Convenção se tornou a entidade internacional com o maior número de países-membros, só superada pela ONU e pela FIFA, do futebol.
Com o passar do tempo, as várias revisões tornaram algumas regras mais rígidas - sempre em favor dos titulares e em detrimento dos Estados concedentes e de seus consumidores -, mas ainda sobrava uma ampla margem de manobra para esses países.
Com o passar do tempo, as várias revisões tornaram algumas regras mais rígidas - sempre em favor dos titulares e em detrimento dos Estados concedentes e de seus consumidores -, mas ainda sobrava uma ampla margem de manobra para esses países.